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A importância de estudar para as provas discursivas

A importância da prova discursiva

Fala, galera! Vamos falar sobre a importância da prova discursiva nos concursos públicos. Praticamente em quase todos os certames a prova discursiva acaba fazendo parte do processo seletivo.

Essa está sendo a tendência de diversos concursos de níveis superior e médio. De uns anos para cá notamos que o nível dos certames vem aumentando, cobrando mais habilidades do candidato. A prova discursiva está fazendo parte desse processo.

A prova discursiva pode ser cobrada de diferentes formatos:  

I. pode ser uma redação sobre algum tema de conhecimentos gerais;

II. pode ser uma questão aberta dissertativa-argumentativa sobre temas específicos;

III. pode ser um estudo de caso ou peça prático-profissional.

Esses formatos variam de concurso para concurso e de cargo para cargo. Por exemplo, o certame da SEFAZ-CE cobrou um estudo de caso e duas discursivas na mesma prova, pegando muito concurseiro de surpresa. Afinal, é preciso estar de fato preparado para fazer uma prova argumentativa, não dá para enrolar na hora de responder. Ou o concurseiro sabe ou não sabe. E o avaliador não vai passar a mão na sua cabeça.

Outro certame que também tem adotado bastante a prova discursiva é o do Banco do Brasil, a redação tem o mesmo peso que a prova objetiva inteira. Perceba a importância da prova discursiva nesse concurso! Não dá para respondê-la no improviso!

Vamos voltar um pouco no tempo, em 2013, no concurso do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Nesse concurso, a prova objetiva valia 150 pontos e a discursiva 50, isto é, 25% da nota. Você acha pouco?

E a coisa só piora quando percebemos a quantidade de concurseiro que reprova na discursiva! No concurso TCDF, de 153 candidatos que tiveram a prova discursiva corrigida, apenas 48 foram aprovados. Não dá para ignorar esses números!

O concurseiro pode pôr em risco todo o trabalho dele para passar na objetiva, se não conseguir o mínimo na discursiva. Imagina só! Anos de preparação, estudando todo o conteúdo, fazendo questões objetivas da banca; mas negligenciando a prova discursiva.

Não cometa esse erro! Prepare-se para todas as etapas do concurso que você almeja para não ficar no meio do caminho.

4 dicas básicas para fazer uma prova discursiva

Sei que é difícil estudar tanto para a objetiva quanto para a discursiva. Mas não é impossível. Uma dica que dou é você ir adquirindo conteúdo e trabalhando a capacidade de explicar os assuntos enquanto estuda para a objetiva.

Explique para si mesmo, no espelho, vá elaborando as ideias. Depois comece a fazer isso no papel para começar a trabalhar o processo de escrita. Ao evoluir, vá fazendo as questões discursivas dos concursos anteriores. Treine, pratique, escreva!

Se não for suficiente, contrate um curso de discursivas, mas não morra na praia, não fique no meio do caminho.

Além disso, anote aí 4 dicas básicas para fazer uma boa discursiva:

1- Pense sobre o tema;

2- Estruture o texto em tópicos (anotações);

3- Desenvolva a habilidade de escrever períodos curtos, com no máximo duas orações;

4- Passe para o papel com calma, pensando bem antes de escrever cada frase.

Parece óbvio, mas muita gente começa a escrever sem pensar no que está colocando no papel. Até pensa na palavra ou frase, mas não dentro do contexto geral do texto. A estruturação do texto em tópicos vai te ajudar justamente nisto: te proporcionar uma visão geral sobre o tema.

Lembrando que estamos falando de uma arte, ou seja, requer esforço e dedicação até você desenvolver plenamente esta competência.

E é claro que a família do Método 4.2 de Revisão vai ajudar você nessa empreitada! Agora temos a Banca de Discursivas para otimizar ainda mais os seus estudos! Entre em contato com a gente e acelere a sua aprovação!

Abraços,

Rafael Barbosa.

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