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PLANEJAMENTO BÁSICO DE CONCURSOS NA ÁREA DE CONTROLE

Concursos na área de controle

Fala, galerinha. Chegou a vez de falar dos concursos para na Área de Controle.

Este artigo tem por objetivo trazer pra vocês orientações e ideias para que vocês organizem as suas estratégias de estudo, seguindo sempre as bases do Estudo Incremental.

Aqui, vou apresentar para vocês a estrutura da Área de Controle, do ponto de vista das oportunidades que geralmente se apresentam, dos concursos que vão abrindo.

Como se pode ver, temos uma macro divisão que importa muito quando vamos escolher para qual órgão estudar. São 2 grandes grupos, a saber:

A- Área de Controle Externa, onde temos oportunidades no TCU, TCEs, TCdMs e TCMs; e

B- Área de Controle Interna, onde temos a CGU, CGEs e CGMs.

Lembrando que essa divisão que apresento tem como finalidade agrupar órgãos que são, a princípio, conciliáveis.

Em relação aos cargos do órgão de Controle Externo Federal, no Tribunal de Contas da União (TCU) temos as seguintes opções (neste artigo, vamos nos restringir aos cargos de servidores):

  • Auditor Federal de Controle Externo – Especialidade Controle Externo (formação superior em qualquer área);
  • Auditor Federal de Controle Externo – Especialidade diversas (há cargos para qualquer formação superior, como Apoio Téc. e Administrativo e Tecnologia da Informação, e para formação superior específica, como Enfermagem, Biblioteconomia, Engenharia, Medicina, Nutrição, Psicologia);
  • Técnicos Federais de Controle – Especialidade Controle Externo (Cargo de nível médio); e
  • Técnicos Federais de Controle – Especialidades diversas (há cargos para nível médio, como Téc. Administrativa, Téc. Operacional, Téc. Informação e Enfermagem).

Já em relação aos cargos dos órgãos de Controle Externo Estaduais, nos Tribunais de Contas dos Estados (TCEs) não há uma uniformidade nas nomenclaturas dos cargos. Desse modo, a título exemplificativo, no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, temos as seguintes opções (neste artigo, vamos nos restringir aos cargos de servidores):

  • Auditor de Controle Externo – Área auditoria de contas públicas (formação superior em qualquer área);
  • Auditor de Controle Externo – Áreas especializadas (há cargos para formação superior específica, como Arquitetura, Engenharia, Tecnologia da Informação e Saúde.);
  • Analista de Controle Externo – Área auditoria de contas públicas (formação superior em qualquer área);
  • Analista de Controle Externo – Áreas especializadas (há cargos para formação superior específica, como Arquitetura, Engenharia e Tecnologia da Informação.);
  • Analista de Gestão – Área de administração e Julgamento (formação superior em qualquer área);e
  • Analista Administrativo – Área de Biblioteconomia (formação superior em Biblioteconomia).

Cabe destacar que em cada estado da federação e no Distrito Federal há um Tribunal de Contas Estadual, com quantitativo de cargos efetivos.

No que se refere aos Tribunais de Contas dos Municípios, existem hoje apenas três no Brasil, o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, Goiás, Pará. Nesses Tribunais de Contas dos Municípios (TCdMs) não há uma uniformidade nas nomenclaturas dos cargos. Desse modo, a título exemplificativo, no Tribunal de Contas dos Municípios do Estado o Pará, temos as seguintes opções (neste artigo, vamos nos restringir aos cargos de servidores):

  • Auditor de Controle Externo – formação superior em qualquer área;
  • Técnico de Controle Externo – formação superior em qualquer área;
  • Técnico Informática – formação superior na área de Informática; e
  • Assistente de Controle Externo – Ensino Médio Completo.

No que diz respeito aos Tribunais de Contas do Município, a Constituição da República de 1988 impede que os Municípios criem os seus próprios tribunais, conselhos ou órgãos de contas municipais. No entanto, há dois tribunais, o Tribunal de Contas do Município de São Paulo e o do Rio de Janeiro. Esses órgãos têm existência anterior à Constituição de 1988 e foram recepcionados pelo ordenamento jurídico.

Nesses Tribunais de Contas do Município (TCMs) também não há uma uniformidade nas nomenclaturas dos cargos. Desse modo, a título exemplificativo, no Tribunal de Contas do Município de São Paulo, temos as seguintes opções (neste artigo, vamos nos restringir aos cargos de servidores):

  • Agente de fiscalização – Áreas especializadas (há cargos para formação superior específica, como Administração, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Jurídicas, Economia, Engenharia civil e Tecnologia da Informação.);
  • Auxiliar Técnico de Fiscalização – Suporte Administrativo (Ensino Médio Completo);e
  • Auxiliar Técnico de Fiscalização – Técnico de Informática (Ensino Médio Completo e curso Técnico na área de TI).

No tocante aos cargos dos órgãos de Controle Interno, nas Controladorias Gerais dos Estados e dos Municípios, não há uma uniformidade nas nomenclaturas dos cargos. Desse modo, a título exemplificativo, na Controladoria Geral da União (CGU), temos as seguintes opções (neste artigo, vamos nos restringir aos cargos de servidores):

  • Auditor Federal de Finanças e Controle – Áreas especializadas (cargos para formação superior, como Auditoria Fiscalização, Tecnologia da Informação, Contabilidade Pública e Finanças, Correição e Combate Corrupção);e
  • Técnico Federal de Finanças e Controle – Ensino Médio Completo.

Esclareço que em regra, em cada estado da federação, no Distrito Federal e nos Municípios há uma Controladoria Geral, com quantitativo de cargos efetivos.

É muito importante ter em mente essa divisão para que você consiga iniciar a sua preparação com mais estabilidade. Isso significa que você não vai ficar atirando para todos os lados.

As remunerações são excelentes. Para vocês terem uma ideia, um Auditor Federal de Controle tem Inicial de R$ 21.947, 82 e Final de R$ 31. 428, 91. Já um Técnico Federal de Controle tem Inicial de R$ 12.697, 54 e Final R$ 17.698,39. Considerando apenas vencimento base e Gratificação.

Claro que tem como conciliar Tribunais de Contas com Controladorias. Afinal são órgãos da área de controle.

No início, não vale a pena querer estudar tudo. Um passo de cada vez.

Nesse momento, onde vamos iniciar a formação da base, é importante saber qual é o núcleo duro da Área de Controle. Lembrando que o núcleo duro é o rol de disciplinas mais importantes para o seu cargo/área.

Para ajudá-los a organizar melhor as ideias, vou colocar abaixo o núcleo duro da Área de Controle. É interessante você iniciar a preparação estudando as seguintes disciplinas:

  • Língua Portuguesa
  • Direito Constitucional
  • Direito Administrativo
  • Controle Externo
  • Matemática Financeira
  • Contabilidade  Pública
  • Administração Financeira e Orçamentária (AFO)
  • Orçamento  Público
  • Contabilidade Geral
  • Administração  Pública
  • Auditoria Governamental

São muitos cargos disponíveis. Para você ter uma ideia, estamos falando aqui de 33 Tribunais de Contas, os quais se subdividem de acordo com a sua competência territorial. Assim, existe 01 Tribunal de Contas da União, 27 Tribunais de Contas do Estado, 2 Tribunais de Contas do Município e 3 Tribunais de Contas dos Municípios. Ainda podemos adicionar a esses quantitativos de órgãos as Controladorias Estaduais e Municipais. Imaginou a quantidade de órgãos de Controle externo e interno que podemos ter!

Um outro ponto muito atrativo da carreira de Controle é que a maioria dos cargos não requer uma formação específica, sendo uma oportunidade possível para todas certificações de nível superior.

Enfim, esse é núcleo duro da Área de Controle. Para encontrar o seu núcleo duro, se seu objetivo for um cargo que não seja da área de controle, basta comparar os últimos editais do seu cargo e analisar as disciplinas que sempre estão sendo cobradas na maioria das vezes.

Lembrando que devemos sempre focar em uma área/cargo se quisermos mesmo conseguir a aprovação. Essa é a forma mais eficiente de estudar.

Abraços,

Josinaldo Santos.

Prepare-se com o Método 4.2 de Revisão!

Método 4.2 de Revisão foi criado pelo coach Rafael Barbosa e é uma técnica de estudo que tem por missão organizar o estudo da teoria, da prática (treino em questões) e das revisões sistemáticas, da seguinte forma: as disciplinas são organizadas em dois grupos que se alternam em 4 dias dedicados ao estudo da teoria (mais questões de fixação) e 2 dias de revisão (feita de forma reversa: das questões para a “teoria”).

Abaixo segue o passo a passo do Método 4.2 de Revisão:

  • Trabalhe com ciclos de estudos de 7 dias, sendo 6 de estudos e 1 de descanso;
  • Divida os 6 dias de estudos em 4 dias para teoria e 2 para revisão;
  • Nos dias destinados à teoria, dedique no máximo 2 horas de estudo para cada disciplina;
  • Durante a leitura da teoria, faça apenas grifos e anotações (cuidado com resumos, se quiser mesmo fazer, faça resumos curtos);
  • Nos dois dias de revisão, faça questões sobre os assuntos estudados na semana e revise apenas o que errar;
  • Se for preciso, volte no curso regular ou videoaula para revisar o que você errou;
  • Procure fazer entre 300 e 500 questões por semana (dos assuntos que você estudou);
  • Controle seu progresso no conteúdo programático do concurso para o qual você está estudando;
  • Por fim, repita o procedimento até bater o edital!!!

O programa de coaching tem como objetivo:

  • fazer com que você aprenda a estudar em alta performance;
  • oferecer orientação profissional plenamente capacitada e comprometida;
  • desenvolver todas as técnicas que envolvem o método 4.2 de revisão;
  • estimular o autodidatismo;
  • melhorar seu desenvolvimento nos estudos;
  • organizar sua rotina de estudos;
  • aumentar sua autoconfiança e disciplina;
  • a sua aprovação!

São muitos os benefícios que o coachee tem a ganhar, alguns deles são:

  • gestão do tempo de estudo;
  • aumento da produtividade nos estudos, medida por meio de indicadores objetivos;
  • maior absorção do conteúdo estudado, por meio do estudo sistemático, utilizando o método 4.2 de revisão;
  • melhoria no rendimento dos exercícios, tendo em vista o trabalho focado e objetivo, baseado o cargo/área escolhido pelo aluno;
  • mais segurança durante a jornada de estudos até a aprovação, por meio de orientações pontuais e específicas, sob demanda do estudante;
  • ciclos de estudos planejados de acordo com a sua rotina e concursos de interesse;
  • organização de revisões sistemáticas, garantindo a fixação do conhecimento, sem prejuízo ao avanço do conteúdo do edital;
  • avaliações de desempenho por assunto, permitindo o conhecimento dos pontos fracos/oportunidades de melhoria em cada disciplina, conforme a sua relevância;
  • planejamento e otimização do seu estudo em um alto nível, possibilitando alto rendimento em provas.

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Se você tem interesse de ter um acompanhamento individual e personalizado, deixe seu nome na lista de espera e faça parte do programa coaching!

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