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A arte de estudar por mnemônicos

Mnemônicos

Fala, galera! Tudo bem? Você já estudou ou estuda por mnemônicos? Posso afirmar que é uma técnica muito válida para o aprendizado, tendo em vista o volume de conteúdo para estudar que todo concurseiro possui.

O termo mnemônico é relativo à memória, derivando do vocábulo grego “Mnemosine”, nome da deusa que personificava a memória, na mitologia grega. A técnica da mnemônica, então, pode ser entendida como um processo intelectual feito por meio da associação. Um exemplo bem primitivo é uma criança associar o número zero à figura de um ovo.

Tais associações podem ser feitas das mais diversas formas como, por exemplo, por imagens, siglas, frases, palavras etc. Existe uma mnemônica bastante conhecida por todos, aquela para lembrar quantos dias tem cada mês do ano (30 ou 31). Associamos isso aos contornos das nossas mãos, como demonstrado na figura abaixo:

A cavidade entre os relevos das mãos representa os meses com 30 dias. Já os relevos representam os meses com 31 dias. Quem nunca fez isso não teve infância hahahaha.

Percebeu o quanto esse processo pode contribuir positivamente nos seus estudos? Imagine você com dificuldade de lembrar alguma regra gramatical, é só criar um mnemônico e acabar com a dificuldade.

Isso vale também para as disciplinas jurídicas, afinal são muitas leis para aprender. E, a melhor parte, não existem regras para você criar seus próprios mnemônicos! Você pode soltar sua criatividade e associar os assuntos ao seu conhecimento de mundo, à sua rotina.

Tente estudar, portanto, fazendo associações. Pegue o assunto que você está aprendendo e associe a algo que remeta o seu dia a dia, que faça parte do seu mundo.

Essa associação vai permitir criar gatilhos mentais, fazendo o conteúdo ser acessado na sua memória na hora que você precisar dele. Isso me fez lembrar de outro menônico bastante conhecido: M.A.R.I.O. Lembra dele? São os verbos terminados em -iar (mediar, ansiar, remediar, incendiar, intermediar, odiar) que fogem da regra dos verbos regulares com a mesma terminação. Ex: copiar – copie. Entretanto, remediar – REMEDEIE, e NÃO remedie.

Outro mnemônico clássico é o da tabela periódica! Até hoje eu lembro da primeira coluna dos metais alcalinos: Hoje Li NaK“ama Robinson CrusFrancês.

A coluna 2, dos metais alcalinos terrosos, eu mesmo criei meu mnemônico: Beatriz e Margô caminharam com o senhor Barão. Forçada, né? Hahahaha Mas não esqueça que na terra mnemônica não há regras!

É isso aí! Estudar por associação vai auxiliar demais a sua vida! Comigo funcionou muito bem. Tanto que ainda lembro dos meus mnemônicos até hoje!

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Abraços,

Rafael Barbosa.

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