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Grife apenas o essencial

Grife apenas o essencial. Sob o risco de confundir o seu cérebro.

Vamos conversar sobre a importância de grifar as partes essenciais de um texto na hora dos estudos. Sem dúvida, o grifo é uma ferramenta bastante importante, que pode te auxiliar na hora das revisões. Mas como fazer esse grifo? Vou te dizer agora.

O primeiro passo é que você tenha em mente que o grifo não serve para o momento da leitura, serve para depois, isto é, para a revisão. A ideia é você rever aquele conteúdo com mais velocidade por conta dos seus grifos. Portanto, fica ligado no que vou falar agora.

Dessa forma, vamos considerar o grifo como um “material complementar”, que pode ou não ser feito durante os estudos (adianto logo que eu não fazia grifos).

Relação entre conhecimento x grifo

Preste bastante atenção ao que eu vou dizer agora: por questões de insegurança, as pessoas que têm menos conhecimento tendem a grifar muito mais palavras. Se você já tem um conhecimento legal sobre o conteúdo, a tendência é grifar menos.

Quando estamos no começo do estudo, o critério para fazer grifos geralmente vem de fontes externas. Alguns especialistas recomendam que o estudante grife “x” palavras por páginas. Por pura convenção.

Percebam o perigo disso, já que o aluno vai grifar palavras usando como critério a quantidade de grifos, desconsiderando o fato de há paginas que não merecem grifo alguns, já que podem trazer em seu conteúdo assuntos nunca cobrados.

Por isso, cuidado! Nem tudo deve ser grifado.

É normal, como vimos, você grifar mais por conhecer menos. Pouco conhecimento sobre assunto leva o concurseiro a fazer um arco-íris no texto.

Entretanto, não se deve sair por aí grifando tudo a torto e a direito. “Ah, professor, e como eu vou saber o que é e o que não é para grifar?”. Simples. Lembra que bato na tecla sempre para todo estudante fazer questões? É isso. Aí está o segredo.

As questões é que vão te dizer o que é importante e o que não é.

Quando você faz questões, começa a perceber qual conteúdo é de fato cobrado e como ele é abordado, as características de cada banca, as divergências doutrinárias, enfim, tudo o que você precisa para gabaritar a sua prova.

Tendo essas informações, ao estudar a teoria, você vai saber quais são os pontos importantes do texto. Teoria e prática precisam caminhar lado a lado durante a sua preparação. Nunca esqueça disso. A experiência em questões é crucial na sua jornada.

“Mas, professor, eu estou iniciando agora, não tenho experiência em questão, como faço?”

Bom, como dito antes, a tendência é você sair grifando tudo por falta de conhecimento. No entanto, você pode fazer um desafio consigo: estude e faça questões. Depois que tiver feito questões de fixação e questões de teste (vide Método 4.2 de Revisão), tente fazer alguns grifos nas páginas que você leu. Assim você vai aprender a segurar a onda, não grifar as coisas “de cara” e usar as questões como guia para fazer grifos.

Lembre-se que grifar é muito importante, mas também pode ser uma armadilha; pois você pode grifar demais e acabar fazendo revisões muito lentas e pouco produtivas.

Além disso, com grifos em excesso, seu cérebro pode acabar entendendo que a parte não grifada é que é importante. Imagina a bagunça! Por isso é tão importante que você grife Apenas o Essencial.

Lembre-se de uma coisa importante: seu material de estudos não é um caderno de colorir. Vá com calma.

Então caro amigo ou cara amiga, é importante ficar bastante atento aos grifos. Eles são como cerveja, você precisa aprecia-los com moderação (rsrsrs).

Conheça o Método 4.2 de Revisão e baixe já uma das Planilhas Gratuitas que preparei pra vocês.

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Abraços,

Rafael Barbosa.

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